O Facebook é um espaço para as pessoas se conectarem com amigos e família, e para debaterem sobre os assuntos que são importantes para elas, incluindo política. Nós queremos que essas conversas sejam significativas e, por isso, temos trabalhado arduamente para combater a desinformação.

Como parte de nossos amplos esforços para proteger a eleição no Brasil em 2018, adotamos uma série de medidas para reduzir a disseminação de notícias falsas, eliminar comportamento abusivo da plataforma e ajudar as pessoas a identificarem conteúdos confiáveis.

Hoje, queremos compartilhar alguns exemplos do trabalho que fizemos até aqui.

  • Nós removemos conteúdos que poderiam ter enganado os eleitores. Apenas na semana anterior ao primeiro turno da votação, que ocorreu em 7 de outubro, muitos conteúdos com informações incorretas foram removidos. Nós usamos tecnologia e revisão humana para identificar e apagar fotos adulteradas de candidatos à Presidência com números trocados e imagens sugerindo dia errado da eleição, por exemplo.
  • Nós removemos perfis impostores de candidatos. Autenticidade é um dos nossos principais valores, e não permitimos que as pessoas usem imagens de outros com o objetivo explícito de enganar.
  • Em julho, nós removemos uma rede de 196 Páginas e 87 contas no Brasil por fazerem parte de uma atividade coordenada que usava contas falsas no Facebook para esconder das pessoas a natureza e a origem do conteúdo com o propósito de gerar divisão e espalhar desinformação.
  • Em agosto, eliminamos da plataforma uma entidade identificada como PCSD baseada no Brasil. Excluímos 74 Grupos, 57 contas e 5 Páginas do Facebook no Brasil que violaram nossas políticas de autenticidade e spam, por encorajar e permitir a obtenção de seguidores e curtidas, e até a troca de Páginas.
  • Em setembro, nós removemos 11 Páginas e 42 contas associadas à empresa brasileira de marketing Follow. O grupo recrutava e pagava pessoas para distribuir conteúdo político que simulava ser orgânico para nossa comunidade, enganando as pessoas sobre a origem de conteúdos ou para permitir outras violações de nossas políticas.
  • Em outubro, nós removemos 68 Páginas e 43 contas associadas ao grupo brasileiro chamado Raposo Fernandes Associados (RFA), por violar nossas políticas de autenticidade e spam. As pessoas por trás da RFA criaram Páginas usando contas falsas ou múltiplas contas com os mesmos nomes. Eles então usavam essas Páginas para publicar uma grande quantidade de artigos caça-cliques, com o objetivo de direcionar as pessoas para seus sites fora do Facebook com grande quantidade de anúncio e pouco conteúdo.
  • Desde maio, nosso programa de verificação de fatos nos ajudou a reduzir a distribuição no Brasil de textos, fotos e vídeos que foram marcados como falsos pelos nossos parceiros da Agência Lupa, Aos Fatos e Agence France-Presse (AFP).
  • Nós ajudamos a financiar o Comprova, um programa de checagem de fatos que reúne jornalistas de 24 organizações de mídia no Brasil para verificar fatos durante a campanha eleitoral.
  • Nós financiamos os projetos brasileiros de educação midiática Vaza, Falsiane!, Fátima e Lupe, para ajudar as pessoas a identificar fontes confiáveis de informação.
  • Nós estamos veiculando campanhas de marketing em jornais, revistas, estações de rádio, websites e também no Feed de Notícias do Facebook, fornecendo dicas de como as pessoas podem identificar notícias potencialmente falsas. Nós intensificamos essas ações nas semanas prévias à eleição, incluindo uma campanha no Facebook direcionada a todas as pessoas na plataforma com mais de 16 anos. No total, nós esperamos que nosso esforço de marketing chegue a 120 milhões de pessoas no Brasil.

A desinformação é um problema maior do que qualquer empresa. Mas nós entendemos que temos uma responsabilidade importante e estamos fazendo investimentos significativos para conter a disseminação de notícias falsas e para promover educação midiática e jornalismo de alta qualidade.